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O que você prefere?

12 jun

Tanta opinião por aí. É tanta coisa que chega a dar nó!

Um apanhado de tudo o que vem ocorrendo no mundo:

 

O QUE VOCÊ PREFERE, benhê?

 

1. Cabelos de Mariana Rios antes:

     

Cabelos de Mariana Rios agora:

 

2. Sylvinho Blau Blau esfregando as cósta de outro hômi na Fazenda:

     

Sylvinho Blau Blau sendo exterminado:

 

3. Lady GaGa antes (alien):

     

Lady GaGa agora (humana):

 

4. Brasil com Lulalá:

     

Brasil com Djilman:

 

5. Corinthians na final da Libertadores:

 

Santos na final da Libertadores:

 

E AÍ? O QUE VOCÊ PREFERE, DOM LÁZARO?

Beijomeliga.

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WTF by Marc Jacobs

19 maio

OMFG! Marc Jacobs superou-se no Met Ball 2012!

Sei que estou um pouco atrasada, mas O QUE DIZER DISTO, BRASEEEEELLL???

Sei lá, vai ver que o cara tem aqueles períodos de demência criativa – que nós, criativos, conhecemos tão bem! Ou então fica de saco tão cheio do “nada se cria, tudo se copia” do mundo da moda, que sente necessidade de desbaratinar!

Claro que estamos falando de Marc Jacobs darling, portanto mesmo aparentando ser algo caótico, seu modelito mostra duas tendêmsias fortes das próximas temporadas: Rendas e transparências.

De qualquer forma, não é só porque o cara é um puta estilista que não gongarei seu outfit! Marc querido, ficou uma bosta!

Beijomeliga do iPhone que está dentro de sua clutch!

A tal da moda

1 mar

Engraçado ver algumas pessoas assistirem à imagens de desfiles de moda e soltarem a boa a velha frase:

– Mas ninguém vai sair na rua vestido desse jeito!

Só Lady GaGa hahaha!

O que ocorre é que moda é arte. Porém, a maioria das pessoas não a enxerga como arte, “arte é pintura, Mona Lisa e aquelas exposição maluca que tem na Oca do Ibira, aquelas fila enorme que fica me atrapalhando quando eu vou dar um rolê de patins, o pessoal esperando pra ver uns troço zuado, não intendo.”

 

Partindo do princípio de que moda é arte, e que muitas vezes a arte não é óbvia, passamos a ver as criações dos estilistas com outros olhos.

Muitas roupas apresentadas nos desfiles podem perfeitamente ser usadas para sair na rua…

Gucci - Semana de moda de Milão, inverno 2012

 

… Outras, porém, refletem conceitos. 

Prada - Semana de moda de Milão, inverno 2012

 

Exemplo: Próxima estação vai bombar o ombro marcado, e aí você vê algumas bizarrices nas passarelas, com modelos vestindo blusas com ombreiras que mais parecem corcovas de camelo… Na verdade isto é um conceito… 

… Mesma coisa que ver a pintura de uma mulher na fase cubista do Picasso…

Retrado de Dora Maar - Picasso, 1937

 

…Ou então uma poesia do movimento concretista, cheia de formas geométricas e jogos de palavras.

Beba Coca Cola - Décio Pignatari, 1957

 

São inspirações que o artista tem e passa para a tela / papel / tecido. E que influenciam as coisas, não necessariamente tornam-se “reais”. Voltando a falar dos ombros marcados, o que você vê nas ruas, tempos depois do “desfile das corcovas”, são mangas tipo princesa, ou ombreiras de tamanho normal.

A arte, em todas as suas formas, lança conceitos, tendências, em tudo. Qualquer bijuteria de 2 reais que você vê numa banca na 25 de Março, qualquer blusinha de loja de departamentos, cores de tinta, móveis, arquitetura de um ponto de ônibus, embalagem de picolé, TUDO, tem uma influência da arte em todas as suas formas: design, moda, literatura, etc. Todos os dias, em todos os lugares, podemos ver o resultado – adaptado ou não – de alguma ideia considerada louca que uma pessoa teve.

E não é difícil, principalmente hoje, com a internet, fazer essas ligações entre o conceitual e o “real”. Por isso, da próxima vez que você assistir à um desfile de moda, preste bem atenção: Dali a algum tempo, pode ter certeza que você vai estar usando algo influenciado por aquela coisa toda louca e esdrúxula que você achou inutilizável.

A cena do filme O Diabo Veste Prada, com a diva Meryl Streep, é a mais perfeita tradução do que estas mal traçadas linhas querem dizer:

A partir de 01:06
Miranda Priestly: Algo engraçado?
Andy Sachs: Não. Não, não. Nada… É que estes dois cintos parecem exatamente iguais para mim. Você sabe, eu ainda estou aprendendo sobre essas coisas e…
Miranda Priestly: Essas… coisas? Ah, ok, entendi. Você acha que isso não tem nada a ver com você. Você vai até o seu guarda-roupa e escolhe esse suéter azul folgado para dizer ao mundo que se leva muito a sério pra se importar com o que veste. O que você não sabe é que esse suéter não é apenas azul, não é turquesa. Não é lápis-lazúli. Na verdade, é cerúleo. E você também não tem a menor noção de que, em 2002, Oscar de la Renta fez uma coleção de vestidos cerúleos. E depois acho que era Yves Saint Laurent, não era, que fez jaquetas militares cerúleas? E o cerúleo logo foi visto nas coleções de oito estilistas diferentes. E acabou nas grandes lojas de departamento e, um tempo depois, em alguma lojinha vagabunda onde você, sem dúvida, o pegou numa oferta de baciada. No entanto, esse azul representa milhões de dólares e incontáveis empregos e é até meio cômico que você ache que você fez uma escolha que a isenta da indústria da moda quando, na verdade, você usa um suéter que foi selecionado para você, pelas pessoas nesta sala, no meio de uma pilha de coisas.

C’est la vie, c’est le monde!

Beijomeliga

 

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